terça-feira, 10 de agosto de 2010




INVISIVEL

O dia que queima a noite
Queima a borda da minha alma
Na noite eu me torno raios de sol
E me torno o fogo do fim na poeira dos ossos
A noite corta a minha respiração, engulo a minha língua
Me viro, reviro, retorno.
Na noite eu vejo a verdade oculta na mentira que brilha no dia
Olhos costurados sorrisos esbranquiçados
Sonâmbulos falantes
E os pés que marcam uma batida sem tambores

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